sábado, 7 de setembro de 2013

Resumo do livro - COMPREENDER E TRANSFORMAR O ENSINO

Resumo do livro da parte geral do concurso para docentes da rede estadual de São Paulo (2013):

SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: AR-TMED, 2000. 

CAPÍTULO I AS FUNÇÕES SOCIAIS DA ESCOLA : DA REPRODUÇÃO À RECONSTRUÇÃO CRÍTICA DO CONHECIMENTO E DA EXPERIÊNCIA

A . I. Pérez Gómez

RESUMO

EDUCAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO
Nos pequenos grupos humanos e nas sociedades primitivas, a aprendizagem dos produtos sociais e a educação dos novos membros da comunidade aconteciam como socialização direta da geração jovem, mediante a participação cotidiana das crianças nas atividades da vida adulta. Contudo, a aceleração do desenvolvimento das comunidades humanas, a complexidade das estruturas, a diversificação de funções e tarefas da vida nas sociedades, tornaram ineficaz esse processo.

Surgiram, então, ao longo da história diferentes formas de especialização no processo de educação ou socialização secundária ( tutor, preceptor, academia, escola religiosa, escola laica ...), chegando aos sistemas de escolarização obrigatória para todas as camadas da população nas sociedades industriais contemporâneas. Nestas sociedades a preparação das novas gerações para sua participação no mundo do trabalho e na vida pública requer a intervenção de instâncias específicas como a escola, cuja função peculiar é atender e canalizar o processo de socialização. Esta função da escola aparece puramente conservadora : garantir a reprodução social e cultural para a sobrevivência mesma da sociedade.
Outras instâncias primárias de convivência e intercâmbios, como a família, os grupos sociais, os meios de comunicação exercem de modo direto a influência
reprodutora da comunidade social. No entanto, a escola, por seus conteúdos, por suas formas e sistemas de organização, introduz progressivamente, as idéias, os conhecimentos, as concepções, as disposições e os modos de conduta que a sociedade adulta requer. Assim, a contribuição da escola é decisiva e possibilita à sociedade industrial substituir os mecanismos externos de controle da conduta por disposições mais ou menos aceitas de autocontrole.
Esta tendência conservadora lógica, choca-se com a tendência, também lógica, que busca modificar aspectos dessa formação que se mostram desfavoráveis para alguns indivíduos ou grupos que compõem o complexo e conflitante contexto social. Para que haja equilíbrio de convivência nas sociedades, tanto a
conservação quanto a mudança são necessárias, e o mesmo ocorre em relação ao equilíbrio da estrutura social da escola.

CARÁTER PLURAL E COMPLEXO DO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO DA ESCOLA
Dentro deste complexo e dialético processo de socialização que a escola cumpre nas sociedades contemporâneas é necessário que compreendamos os objetivos de tal processo, os mecanismos e procedimentos usados para sua realização.
Todos os autores e correntes da sociologia da educação admitem que ao menos, desde o surgimento das sociedades industriais, o objetivo básico e prioritário da socialização dos alunos na escola é prepará-los para sua futura incorporação no mundo do trabalho (análise dessas posições em Fernández Enguita, 1990).
Divergências teóricas surgem quanto à definição do que significa preparação para o mundo do trabalho, como se realiza este processo, que conseqüências advêm da promoção da igualdade de oportunidades ou da promoção da reprodução e reafirmação das diferenças sociais de origem dos indivíduos e grupos.
O segundo objetivo do processo de socialização na escola é a formação do cidadão para sua intervenção na vida pública, de modo que se possa manter a dinâmica, o equilíbrio nas instituições e as normas de convivência.
Para isso, é necessário que a escola assuma as fortes contradições que marcam as sociedades contemporâneas desenvolvidas.
De acordo com F. Enguita, a sociedade é mais ampla que o Estado. Na esfera política, todas as pessoas têm, em princípio, os mesmos direitos; na esfera econômica, no entanto, a primazia não é dos direitos da pessoa mas os da propriedade. Dessa forma a escola defronta-se com demandas contraditórias no processo de socialização das futuras gerações. Deve provocar o desenvolvimento de conhecimentos, idéias, atitudes e comportamentos que permitam a incorporação dos indivíduos no mundo civil, no âmbito da liberdade de consumo, de escolha e participação política, da liberdade e responsabilidade da vida familiar. Por outro lado, deve desenvolver características bem diferentes dessas, para a incorporação submissa e disciplinada da maioria, no mundo do trabalho assalariado.
Assim, a escola transmite e consolida o individualismo, a competitividade, a falta de solidariedade. Assume-se a idéia de que a escola é igual para todos e de que, portanto, cada um chega onde suas capacidades e esforços pessoais lhes permitem. Impõe-se a ideologia aparentemente contraditória do individualismo e do conformismo social.
A estrutura social aparentemente aberta para a mobilidade individual, oculta a determinação social do desenvolvimento do sujeito como conseqüência das profundas diferenças de origem que se refletem nas formas de conhecer, sentir, esperar e atuar dos indivíduos. Este processo vai minando progressivamente, as possibilidades dos mais desfavorecidos social e economicamente.

OS MECANISMOS DE SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA
A escola tem sido descrita como um processo de inculcação e doutrinamento ideológico, feito através da transmissão de idéias e mensagens, seleção e organização de conteúdos de aprendizagem. Com a sociologia da educação e a psicologia social ampliou-se o foco dessa análise, levando-nos a compreender que os processos de socialização que ocorrem na escola, acontecem também como conseqüência das práticas sociais que se estabelecem.
Os alunos assimilam idéias e conhecimentos que a eles são transmitidos, mas também e principalmente os aprendem como conseqüência das diversas interações sociais que ocorrem na escola e na aula. Além disso, o conteúdo oficial do currículo, não cala nem estimula os interesses e preocupações vitais da criança e do adolescente. Eles aprendem esse conteúdo para passar nos exames e esquecer depois, enquanto que a aprendizagem dos mecanismos, estratégias, normas e valores de interação social que lhes possibilitam o êxito pessoal na vida acadêmica e pessoal do grupo, estendem seu
valor e utilidade além do campo da escola. Esta aprendizagem os induz a uma forma de ser, pensar e agir em suas relações sociais no mundo do trabalho e na vida pública.
Os mecanismos da socialização na escola se encontram no tipo de estrutura de tarefas acadêmicas que se trabalhe na aula e na forma que adquire a estrutura de relações sociais da escola e da aula – esses componentes encontram-se mutuamente inter-relacionados, de modo que uma forma de conceber a atividade escolar requer uma estrutura de relações sociais compatíveis e convergentes.
Nesse sentido são importantes os seguintes aspectos do desenvolvimento do currículo :
1. A seleção e a organização dos conteúdos do currículo. Concretamente, o que se escolhe e o que se omite da cultura pública da comunidade e quem tem o poder de selecionar ou intervir em sua modificação.
2. O modo e o sentido da organização das tarefas acadêmicas, bem como o grau de participação dos alunos na configuração das formas de trabalho.
3. A ordenação do espaço e do tempo na aula e na escola. A flexibilidade ou rigidez do cenário, do programa e da seqüência de atividades.
4. As formas e estratégias de valorização da atividade dos alunos. Os critérios de valorização, assim como a utilização diagnóstica ou classificatória dos resultados e a própria participação dos interessados no processo de avaliação.
5. Os mecanismos de distribuição de recompensas como recursos de motivação extrínseca e a forma e grau de provocar a competitividade ou a colaboração.
6. Os modos de organizar a participação dos alunos na formulação, no estabelecimento e no controle das formas e normas de convivência e interação.
7. O clima de relações sociais presidido pela ideologia do individualismo e da competitividade ou da colaboração e solidariedade.
Enfim, a análise deve abarcar os fatores que determinam o grau de participação e domínio dos próprios alunos sobre o processo de trabalho e os modos de convivência, de maneira que se possa chegar a compreender o grau de alienação ou autonomia dos estudantes quanto a seus próprios processos de produção e intercâmbio no âmbito escolar.

CONTRADIÇÕES NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA
O processo de socialização na escola é complexo e sutil, marcado por profundas contradições e inevitáveis resistências individuais e grupais.
Consideremos :
1. “A escola é um cenário permanente de conflitos (...). O que acontece na aula é o resultado de um processo de negociação informal (...) entre o que o professor/a ou a instituição escolar querem que os alunos/as façam e o que estes estão dispostos a fazer”. (Fernández Enguita, 1990).
Na aula sempre acontece um processo explícito ou não de negociação. Ocorrem movimentos de resistências que minam os processos de aprendizagem pretendidos, provocando, a médio e longo prazo, nos alunos, os efeitos contrários aos explicitamente pretendidos. Não há o domínio do professor sobre os intercâmbios latentes. Existem espaços de relativa autonomia que podem ser utilizados para desequilibrar a evidente tendência à reprodução conservadora do status quo .
2. A simplificação e especialização do trabalho autônomo nas sociedades pós-industriais estabelecem para a escola, demandas diferenciadas e contraditórias na esfera da ocupação econômica.
Uma escola homogênea em sua estrutura, propósitos e formas de funcionar dificilmente pode provocar o desenvolvimento de idéias, atitudes e comportamentos tão diferenciados para satisfazer as exigências do mundo do trabalho assalariado e burocrático (disciplina, submissão, padronização) e ao mesmo tempo as exigências do âmbito do trabalho autônomo (iniciativa, risco, diferenciação).
3. Dificuldades da escola em compatibilizar as exigências do mundo do trabalho com outras exigências da vida social, como a da política, do consumo, das relações de convivência familiar, nas sociedades formalmente democráticas. Há uma contradição entre a sociedade que requer de um lado a participação ativa e responsável de todos cidadãos considerados por direito como iguais, e essa mesma sociedade que na esfera econômica induz a maioria da população à submissão e à aceitação de escandalosas diferenças de fato. Contudo, tanto na sociedade como na escola, essa contradição é suavizada quando se comprova que na prática, apenas a aparência de comportamento democrático é requerida. Há um certo grau de hipocrisia.
Sob a ideologia de igualdade de oportunidades numa escola comum para todos, se desenvolve decisivamente o processo de classificação, de exclusão das minorias e da diferenciação para o mundo do trabalho e participação social. Como bem demonstraram Bernstein, Bandelot e Establet, Bowles e Gentis, a orientação homogeneizadora da escola confirma e legitima as diferenças sociais, transformando-as em outras de caráter individual. As diferenças de origem consagram-se como diferenças de saída.
Sem uma análise profunda, aceitam-se as aparências de um currículo e certas formas de organizar a experiência dos alunos como comuns e iguais para todos, confundindo causas com efeitos e aceitando a classificação social como conseqüência das diferenças individuais em capacidade e esforços.
Essa é a forma mais eficaz de socializar as novas gerações na desigualdade. Deste modo, inclusive os mais desfavorecidos aceitarão e assumirão a legitimidade das diferenças sociais e econômicas, e a mera vigência formal das exigências democráticas no âmbito político, assim como a relevância do individualismo, a concorrência e a falta de solidariedade.

SOCIALIZAÇÃO E HUMANIZAÇÃO : A FUNÇÃO EDUCATIVA DA ESCOLA
A função educativa da escola ultrapassa a função reprodutora do processo de socialização, já que se apoia no conhecimento público (ciência, filosofia, cultura, arte...) para provocar o desenvolvimento do conhecimento particular de cada um de seus alunos.
A utilização do conhecimento público, da experiência e da reflexão da comunidade social ao longo da história introduz um instrumento que pode quebrar o processo reprodutor. Essa vinculação exige da escola e dos que nela trabalham, que identifiquem e desmascarem seu caráter reprodutor.
Assim, as inevitáveis influências que a comunidade exerce sobre a escola e o processo de socialização sistemática das novas gerações devem sofrer a mediação crítica da utilização do conhecimento.
Deve-se analisar na escola a complexidade que o processo de socialização adquire em cada época, comunidade e grupo social, assim como os poderosos e diferenciados mecanismos de imposição da ideologia dominante da igualdade de oportunidades numa sociedade marcada pela discriminação.
A função educativa da escola na sociedade pós-industrial contemporânea deve concretizar-se em dois eixos complementares de intervenção:
 O desenvolvimento radical da função compensatória
 A reconstrução do conhecimento e da experiência

DESENVOLVIMENTO RADICAL DA FUNÇÃO COMPENSATÓRIA
Nas sociedades industriais avançadas, apesar de sua constituição política formalmente democrática, sobrevive a desigualdade e a injustiça.
A escola não pode anular tal discriminação, mas pode atenuar, em parte, os efeitos da desigualdade e preparar cada indivíduo para lutar e se defender, nas melhores condições
possíveis no cenário social. Só assim, esses indivíduos terão condições de enfrentar a mobilidade competitiva que aí está. A escola deve, então propôr uma política radical para compensar as conseqüências individuais da desigualdade social.
Com este objetivo, deve-se substituir a lógica da homogeneidade pela lógica da diversidade. Embora seja certo que tanto nos modelos uniformes quanto nos diversificados pode-se fomentar e reproduzir a desigualdade e discriminação que existe na sociedade, na maioria dos países desenvolvidos o perigo de discriminação é mais decisivo nos modelos uniformes de trabalho acadêmico – homogeneidade de ritmo, estratégias e experiência para todos os alunos.
A intervenção compensatória da escola deve considerar um modelo didático flexível e plural que permita atender às diferenças de origem , de modo que o acesso à cultura pública se acomode às exigências de interesses, ritmos, motivações e capacidades iniciais dos que se encontram mais distantes dos códigos e características que se expressa. Sua realização requer flexibilidade, diversidade e pluralidade metodológica e organizativa.
A uniformidade no currículo, nos ritmos, métodos e experiências didáticas favorece os grupos que não necessitam da escola para o desenvolvimento das habilidades instrumentais que a sociedade requer, grupos estes que vivenciam em seu ambiente familiar e social uma cultura parecida àquela que a escola trabalha.
Pelo contrário, para aqueles grupos sociais cuja cultura é bem diferente da acadêmica da aula, a lógica da homogeneidade não pode senão consagrar a discriminação de fato, já que possuem códigos de comunicação e intercâmbio bem diferentes dos que a escola requer.
O desenvolvimento radical da função compensatória requer a lógica da diversidade pedagógica dentro da escola compreensiva e comum para todos. A organização da aula e da escola, e a formação profissional do docente devem garantir o tratamento educativo das diferenças, trabalhando com cada aluno desde sua situação real.
Cabe, ainda, fomentar a pluralidade de formas de viver, pensar e sentir, estimular o pluralismo e cultivar a originalidade das diferenças individuais como a expressão mais genuína da riqueza da comunidade humana e da tolerância social.
Assim, se concebe a democracia mais como um estilo de vida e uma idéia moral do que como uma mera forma de governo (Dewey, 1967) onde os indivíduos, respeitando seus diferentes pontos de vista e projetos vitais, se esforçam através do debate e da ação política, da participação e cooperação ativa, para criar e construir um clima de entendimento e solidariedade.

A RECONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DA EXPERIÊNCIA
O segundo objetivo da tarefa educativa da escola obrigatória nas sociedades industriais, deve ser, provocar e facilitar a reconstrução dos conhecimentos, atitudes e formas de conduta que os alunos assimilam direta e acriticamente nas práticas sociais de sua vida anterior e paralela à escola.
Na sociedade contemporânea, a escola perdeu o papel hegemônico na transmissão e distribuição da informação. Os meios de comunicação de massa, e em especial a televisão oferecem de modo atrativo e ao alcance da maioria dos cidadãos uma abundante bagagem de informações. As informações variadas que a criança recebe, somadas ao conhecimento de suas experiências e interações sociais com os componentes de seu meio de desenvolvimento, vão criando de modo sutil, incipientes concepções ideológicas que ela utiliza para interpretar a realidade cotidiana e para tomar decisões no seu modo de intervir e reagir. A criança chega à escola com abundante capital de informações e com poderosas e acríticas pré-concepções sobre os diferentes âmbitos da realidade.
Tanto o campo das relações sociais que rodeiam a criança como o dos meios de comunicação que transmitem informações, valores e concepções ideológicas, cumprem uma função mais próxima da reprodução da cultura dominante do que da reelaboração crítica e reflexiva da mesma. Não há interesse em oferecer elementos para um debate aberto e racional que permita opções autônomas sobre qualquer aspecto da vida econômica, política ou social.
Somente a escola pode cumprir esta função. E para desenvolver este complexo e conflitante objetivo, a escola compreensiva, apoiando-se na lógica da diversidade
deve começar por diagnosticar as pré-concepções e interesses com que os indivíduos e os grupos de alunos interpretam a realidade e decidem sua prática.
Ao mesmo tempo deve oferecer o conhecimento público como ferramenta inestimável de análise para facilitar que cada aluno questione, compare e reconstrua suas pré-concepções, seus interesses e atitudes condicionadas, suas pautas de conduta induzidas por seus intercâmbios e relações sociais.
Como afirma Bernstein (1987): “A escola deve transformar-se numa comunidade de vida e, a educação deve ser concebida como uma contínua reconstrução da experiência.
A escola, ao provocar a reconstrução das preocupações simples, facilita o processo de aprendizagem permanente, ajuda o indivíduo a compreender que todo conhecimento ou conduta encontram-se condicionados pelo contexto e, portanto, precisam ser comparados com outras representações, assim como com a evolução de si mesmo e do próprio contexto.
Mais que transmitir informação, a função da escola contemporânea deve se orientar para provocar a organização racional da informação fragmentária recebida e a reconstrução das pré-concepções acríticas, formadas pela pressão reprodutora do contexto social, por meio de mecanismos e meios de comunicação cada dia mais poderosos e de influência mais sutil.
A exigência de provocar a reconstrução, por parte dos alunos, de seus conhecimentos, atitudes e modos de atuação requer outra forma de organizar o espaço, o tempo, as atividades e as relações sociais na aula e na escola. Possibilitar a vivência de práticas sociais e intercâmbios acadêmicos que induzam à solidariedade, à colaboração, à experimentação compartilhada ; que estimulem a busca, a comparação, a crítica, a iniciativa e a criação, num outro tipo de relação com o conhecimento e a cultura.
A função crítica da escola, em sua vertente compensatória e em sua exigência de provocar a reconstrução crítica do pensamento e da ação, requer a transformação radical de suas práticas pedagógicas e sociais e das funções e atribuições do professor. O princípio básico que norteia a escola nesses objetivos e funções é facilitar e estimular a participação ativa e crítica dos alunos nas diferentes tarefas que se desenvolvem na aula e que constituem o modo de viver da comunidade democrática de aprendizagem.

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